sábado, dezembro 16, 2017
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Por que o the King of fighters 14 ficou ruim

Qual a importância dos gráficos?

Se existe algo que gera polêmica no mundo dos games, é a questão dos gráficos.
E isso veio à tona novamente, devido ao lançamento do novo The King of Fighters 14.
O que, na verdade não deveria ser dessa forma, porém, com a degradação cultural, as pessoas são direcionadas a ter um certo repúdio aos avanços benéficos que a modernidade nos trouxe. Ao mesmo tempo, são contaminadas por um novo “padrão de estética”, que consiste em menosprezar a arte real e enaltecer qualquer porcaria que é apresentada como arte, em que alegam ser necessária uma profundidade maior para a compreensão do lixo apresentado.
Isso acaba formando um amontoado de pseudo-intelectuais ignorantes e prepotentes, que criam os seus próprios critérios de avaliação. Como suprime-se a base daquilo que forma a arte, beleza e a harmonia real, qualquer coisa serve como “argumento” para justificar a importância ou não de algo, e – claro – isso é aplicado hoje em dia na arte dos jogos, a qual, por sua vez, é apresentada através dos seus gráficos.

Pois bem, o que temos hoje em dia no meio gamer do Youtube?
Várias pessoas, com muitos ou poucos seguidores, que fazem vídeos até muito bons, sempre contando histórias, sejam da empresa, dos personagens, ou do mundo dos jogos e algumas curiosidades, sempre com pesquisas realizadas na internet. Um conteúdo que até prende a atenção das pessoas, pois pessoas no geral sempre gostam de ouvir histórias, mas nada que as movam a estudar ou pesquisar mais a fundo, pois precisam, querem e gostam de tudo mastigado.
Porém, avaliações de fato sobre o que define a qualidade real de um jogo, podemos contar nos dedos os pouquíssimos que têm condições para as fazer. 

Então nós temos uma geração gamer formada por contadores de histórias, que soma a degradação cultural e o menosprezo à beleza e à harmonia da arte. Um nivelamento de todos por baixo, pois essa mesma degradação cultural causa inveja e repulsa por aqueles que possuem algo que processe melhor os jogos mais modernos e bonitos. Aí começam a justificativa e o enaltecimento da miséria, o que é uma maneira de alfinetar como “ruim” aquilo que as pessoas não podem ter.

Já travei várias batalhas na internet por causa disso; sempre fiz vídeos tentando explicar para as pessoas os pontos que resumidamente aqui coloquei. É um assunto bastante extenso, devido à quantidade de anos que já sofremos com essa degradação cultural, porém ainda insisto em levar o assunto adiante, pois implica em muito mais que gráficos: trata-se da percepção da realidade, que as pessoas perderam.

E tudo isso acabou levando as pessoas a negarem o óbvio: que a últia versão do The King of Fighters ficou ruim. A única coisa que salvou o game foi terem mantido uma boa mecânica de jogo.

Nos vídeos a seguir, tento explicar e “desenhar” da melhor maneira possível o que abordei no texto acima.

 

Para completar, vou deixar a serie de vídeos – Game a oitava arte –

 

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1 Comment

  1. freehider 27 de Fevereiro de 2017 at 23:32

    O jogo ficou ruim pq inovaram onde não devia, não adianta filosofar se a equipe foi boa ou ruim… a equipe era a melhor disponível para aquele trabalho, foi apresentado uma nova jogabilidade que não deu certo, assim como na KOF96,street 3, samurai showdown 3, etre outros, se errou é bola p/ frente. Foi só uma ideia que nao foi aceita. Tentar explicar isso é como explicar o 7×1 na copa. Não tem explicação.

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